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A Prata, o Dinheiro do Futuro

Há alguns anos atrás, no final da década de 80, quando comentávamos sobre nossa intenção em começar a investir em ouro (cuja cotação estava então em torno de R$10,00 o grama), chegamos a ser motivo de chacota por alguns céticos sobre os investimentos em metais preciosos (hoje, entendemos que não se tratava de mero ceticismo, mas de lamentável ignorância sobre o mercado financeiro internacional).

Passados 20 anos, chegou a nossa hora de rir. Basta consultar os dados no nosso site e verificar as evidências incontestáveis de que investir em metais preciosos é não somente um excelente negócio, mas também terminará, em muito em breve, por se transformar em uma literal tábua de salvação do naufrágio financeiro que já começou a afundar enormes corporações financeiras pelo mundo afora.

Pequenos, médios e grandes investidores se encontram, HOJE, debaixo de uma grande marquise prestes a desabar. E o pior é que ainda não se deram conta de que as rachaduras na estrutura da marquise são irrecuperáveis. E grande parte dessa postura indecisa, titubeante e perigosa de muitos investidores (e também de poupadores) é devido à falsa propaganda da mídia vendida que assevera que tudo irá bem. E a situação é ainda mais grave no Brasil, cuja economia ruma rumo ao ralo, mas os fatos econômicos são deliberadamente escondidos da opinião pública.

Grandes emissoras de televisão, rádios e jornais (a chamada grande mídia) pouco se importam com o que está por vir, desde que recebam seus quinhões pelas verbas publicitárias de empresas estatais como a Petrobrás, a Caixa Econômica, Banco do Brasil, além das verbas deste ou daquele órgão governamental. Por isso a verdade é obstaculizada pela ganância e pela perversidade de pessoas que parecem nem mesmo se preocupar com o futuro de seus próprios filhos, os quais terão, obrigatoriamente, de remar contra uma maré incomparavelmente mais bravia do que a atual.

Não desejamos ser apelativos e muito menos sensacionalistas oportunistas, mas a realidade é que a catástrofe financeira que já se espalha pelo mundo já provocou até mesmo suicídios. E a tragédia econômica que ainda se verá no futuro promete causar ainda muito mais perdas.

O que fazer então? Como obter dados e referências que nos possam orientar diante da baderna financeira e política em que se encontram muitas nações, destacadamente o Brasil? A resposta é a História.

Fatos históricos são incontestáveis. O máximo que se pode fazer quando não se deseja atentar para eles é ignorá-los, embora a experiência humana demonstre que tal atitude é pra lá de estúpida, além de ser perigosa.

Muita gente desconhece o que, de fato, ocorreu durante as duas grandes guerras mundiais, 1914-1918 e 1939-1945, respectivamente. Em ambas as ocasiões, as economias das nações envolvidas nos conflitos (excetuando-se, parcialmente, a economia norte-americana) entraram em um colapso com detalhes tão mórbidos que justamente por não desejarmos ser apelativos não os mencionaremos. A realidade, todavia, era a pior possível e foram-se economias de décadas, e até de séculos, por água abaixo em questão de DIAS!

Os dados históricos mostram que os custos da recuperação da economia européia, por exemplo, foram muito mais elevados do que comumente é divulgado. Se comer pão era um luxo, o que dizer então sobre investimentos? O escambo se tornou a prática econômica mais viável do dia a dia (tal como hoje acontece no Zimbábue, arruinado por uma inflação que transformou seu papel moeda em mera peça de souvenir macabro). Todavia, mesmo em meio a um caos, à época sem precedentes, houve um meio de troca, de investimento e até de reserva financeira, que sobreviveu a todas as bombas e demolições, a saber: a Prata.

Foi com o uso da prata que alguns europeus conseguiram não somente sobreviver, mas até mesmo reiniciar seus negócios em meio a uma Europa devastada e faminta. Em muitas situações o acesso ao ouro era completamente inviável, até mesmo porque os alemães do Partido dos Trabalhadores da Alemanha Nazista tiveram a preocupação de surrupiar todo o ouro que puderam, chegando a enterrar enormes quantidades de ouro nos Alpes. E até hoje, parte desse ouro é motivo de litígio em cortes internacionais.

A melhor, e em alguns casos a única, alternativa ao ouro era a prata, essa mesma prata que propiciou, como já dito, não só a sobrevivência de muitos, mas também o soerguimento econômico de empreendedores e de investidores mais sábios, os quais, rapidamente, se puseram a anos luz de distância da esmagadora maioria dos europeus, e a prata foi o veículo para essa possibilidade.

Desde cerca de 6000 AC a prata tem servido como meio de troca e de acumulação de riqueza.

Durante a famosa fome no Egito, nos tempos dos Faraós, o sábio hebreu José reergueu o Estado egípcio pela prata e pelo ouro. As pessoas famintas trocavam toda a sua prata por comida, e os mantimentos disponíveis eram somente aqueles que José, filho de Jacó, havia armazenado durante sete anos, preparando o Egito para a fome que também duraria sete anos. José era o administrador do Império Egípcio, e por sua sabedoria e inteligência fez passar às mãos do Faraó todo o dinheiro (prata) arrecadado, e foi com essa prata que José garantiu as possessões territoriais do Faraó, comprando com prata os territórios do Egito.

Hoje, 2010, há mais do que farta quantidade de dados que demonstram que o preço da prata se encontra completamente aquém do que realmente ela vale. Parte dessa subvalorização da prata é ainda devido à óbvia estratégia econômica de nações e de investidores em buscar a acumulação de ouro, o qual vale mais do que a prata. Todavia, chegaremos a um ponto onde a aquisição de ouro se tornará caríssima. E o que vem em seguida ao ouro em termos de ativo de reserva de valor e de meio de troca infalível? Nada, senão ela própria: a Prata.

Para muitos a prata será a única (e em muitos casos, a melhor) alternativa de se acumular dinheiro de verdade, não papéis que valerão, em muito breve, tanto quanto sacos de embrulhar. E esta é uma oportunidade única e HISTÓRICA para se investir em prata, pois, não restem dúvidas: O preço da prata saltará à estratosfera, tão logo o ouro passe a ser inacessível a muitos e a ruína financeira já não possa mais ser evitada e muito menos camuflada. Investir em Prata, HOJE, é, como já dito, uma oportunidade histórica. Mas não tardará até que a prata também se torne muito cara e inacessível a muitos.

 

NOTA: A leitura das cotações internacionais (bolsas) da prata NÃO É IGUAL à leitura da cotação do ouro. E isto porque as cotações internacionais da prata refletem muito mais a oferta/demanda da prata para uso industrial do que da prata ativo financeiro. E isto é facilmente verificável ao se interagir com o mercado internacional dos ativos de prata bullion (as peças de prata negociáveis - prata 999), cujos preços refletem a busca/oferta dessas peças de entesouramento com uma importante dissociação do universo da prata industrial. E este mercado encontra-se fortemente aquecido, principalmente nos EUA e Canadá.

O povo brasileiro ainda terá muito que sofrer até acordar para a realidade da fragilidade da economia brasileira e para a falácia da propaganda governamental que propagandeia uma economia brasileira sólida, quando, na verdade, é tão sólida quanto um pedaço de manteiga (atente para a miséria do povo brasileiro e para as falências inumeráveis). Nesse ponto, nos orgulhamos em ser uma equipe que divulga informações economicamente salutares aos visitantes do nosso site, em muitos aspectos absolutamente inédito em língua portuguesa e também original, pois somos brasileiros. O que você lê aqui é resultado de experiência de brasileiros que se interessam pelos investimentos em Metais Preciosos, não meras traduções de material muitas das vezes distante da nossa realidade (e sofrimento).

Equipe Ouro&Dinheiro

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